Andas, soberana sobre a areia da praia
Dona, absoluta do sol e do mar
Reina sobre as ondas, que mansas deitam a seus pés
Inspira com sua intensa luz, o Sol a brilhar
Nobre, criatura divina, não quer nem me olhar
Anda, soberana, indiferente ao meu amor, me faz chorar
Deusa, de sorriso franco
Eterna, serás em meu canto
Mulher dos sonhos meus
Anda, soberana a me machucar
Rainha de rara beleza
Corpo de princesa
Olhar cativante, intrigante
Guarda para outro seus carinhos
Ainda assim, é soberana em meu peito, meu ninho
Repudia o meu calor
Carrega meus olhos de lágrimas
Indiferente a minha dor
Ainda, soberana, és dona do meu amor.
(janeiro 2008)

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