Perfidamente cruel e mau em teus arcanos,
Indómito, feroz , de ardor mais que selvagem
Orgulho, hás atirado sempre na voragem
Os sentimentos bons dos corações humanos...
Pedregulho, és tu que, nos caminhas planos,Semeias, sem temor, embargas na passagem
O nobre caminheiro atento na viagem
Da vida e muitas vezes causas fartos danos
Orgulho, és tu no mundo, o mais cruel verdugo
Perverso e soberano em teu domínio e jugo
Das curso a falça fé e a falça caridade
Por isso hás de morrer e a hora derradeira
Não tarda, há de rolar no chão como poeira
E pisado serás por toda a eternidade!

Que sinto falta de alguém






























