Boas vindas



Como queria que compreendesse
Que mesmo
estando não sozinho
Também necessito de frios
Pois tem momentos, em que
a brasa queima
Sem tua água, e sem você
Tenho que fazer de mim
rios.
(Nino)




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sexta-feira, 1 de abril de 2011

NAVEGAR

Águas inquietas, inseguras

Deixem-me navegar

Recolhe tuas ondas Oceano

Inspira meu sonhar

Acalma a tempestade

Não insistas em me afundar

Amansa tuas ondas, ó mar

Deixe minha nau flutuar

Enfuna com seu vento minhas velas

Mostre-me o rumo a seguir

A praia onde aportar

Rege com sabedoria, meu velejar

Concebe minha nau tuas águas explorar

Onde jamais ousei sonhar

Guarda tua fúria oceano

Acalma a tempestade

Recolhe tuas ondas ó mar

Concebe minha nau

Imponente entre tuas vagas navegar

Águas inseguras, não insistam em me afundar

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