As horas passam, dias, meses, anos
E uma vida inteira, nesta incerteza
E uma vida inteira, nesta incerteza
A mocidade passa e como o fumo
Das ilusões escoam-se os enganos
Tudo perece e morre
Os bens humanos perdem-se
E vão-se envoltos na couraça,
Da fantasia efémera que enlaça
A criatura fraca em seus arcanos
Nascer, viver, morrer... a vida encerra este singelo trio
Que sobre a Terra todos encontram sem pensar sequer
Nascer, viver, sofrer, ter desenganos
Morrer enfim,
E os corações humanos
Na eterna luta sem se compreender
(EM HOMENAGEM AO BLOG VIDA: UMA INCERTEZA DE CAROL BRUZZA)

Um comentário:
Obrigada primo, amei :)
lindos os poemas, não li todos.. mas quase!!!
Parabéns pelo Blogger
Bjus
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