Talvez para vossa gloria,
Depondo minhas armas,
Derrotado, como os gregos
Diante dos portões de Tróia.
Fugindo da batalha, por estenia,
Ferido, Magoado, Diminuído.
Como reconhecimento
Por tua pseudo vitoria,
Deixo meus pobres versos,
Momentos transcritos em talhas
Redigidos de forma simploria
Um presente, um carinho,
Ou talvez apenas um gemido
Por desespero ou instinto.
Levo as cicatrizes das refregas
Que travei, contra mim mesmo,
Contra meus inerentes sentimentos,
Deslizes do meu inconsciente
Ou volitismo de minha mente,
E como a historia, ou o mito,
Tenho meus versos
Como guerreiros,
Um ultimo grito.
Soldados de atalaia
Tendo por dever
Defender meu monodeismo
E mudar nossa historia
Escondidos neste Blogger,
Meu Cavalo de Tróia.

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