Boas vindas



Como queria que compreendesse
Que mesmo
estando não sozinho
Também necessito de frios
Pois tem momentos, em que
a brasa queima
Sem tua água, e sem você
Tenho que fazer de mim
rios.
(Nino)




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domingo, 12 de abril de 2009

CELULAR.

Posso até não mais insistir
Conviver com minha dor
E ainda sorrir, se isso lhe convir
Mas jamais vou desistir
Se o que dizes
É uma verdade latente
E realmente por mim nada sentes
Por que não me atendes?
Posso até, um dia,
Não mais querer teu beijo
Sufocar meus desejos
E ainda assim por seus anseios
Fingir alegria
Não vai lhe causar dor ou palpitar
Não vou pensar que é um sim
Simplesmente se atenderes ao celular
Assim como não creio termos chegado a um fim
Tua indiferença não muda o meu sentir
Nada adianta me ignorar, fugir
Jamais deixarei de te amar
Atende o celular e para de me machucar...

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