Boas vindas



Como queria que compreendesse
Que mesmo
estando não sozinho
Também necessito de frios
Pois tem momentos, em que
a brasa queima
Sem tua água, e sem você
Tenho que fazer de mim
rios.
(Nino)




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quarta-feira, 15 de abril de 2009

AO MEU FILHO LUIZ ENRIQUE

Tu cresceu...
Oito anos fazes hoje
Lembro ainda
O dia em que tu nasceu
Quando a primeira vez
Teus olhinhos
Fitaram os meus
Como a me dizer;
-Sou teu!
Teu primeiro banho
Tao pequeno, frágil
Em minha mão
fui eu quem te deu
E quando surgiu
O primeiro dente
Sem dó até me mordeu!
Oito anos...
Lembro como choravas
No primeiro dia de escola
Com medo do desconhecido
E a careta enfurecido
Quando provou a primeira Coca-Cola
Pela mãe, amparado
Deste os primeiros passos
Depois, seguro
Não mais ficou parado
Vive a cavar na areia, no piso
A pregar e concertar tudo
Que não esta estragado
Aprendeste comigo
A andar de bicicleta
Oito anos...
Tão pequeno, ainda frágil
Sensível, invocado,
companheiro, amigo
Adora ir trabalhar comigo
Desde cedo já dizia:
-Vou ¨tigo¨
Obrigado meu filho
Por ter me escolhido
Obrigado por teres vindo
TE AMO!

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